Problematización de las espacialidades vecinales como estrategia de intervención comunitaria

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Títol: Problematización de las espacialidades vecinales como estrategia de intervención comunitaria
Títol alternatiu: Problematization of the neighborhood spatialities as a community intervention strategy | Problematização dos espacialidades da vizinhança como estratégia de intervenção comunitária
Autors: Letelier Troncoso, Luis Francisco | Micheletti, Stefano | Boyco Chioino, Patricia Luisa | Fernández González, Víctor
Grups d'investigació o GITE: Grupo Interdisciplinario de Estudios Críticos y de América Latina (GIECRYAL)
Centre, Departament o Servei: Universidad de Alicante. Departamento de Geografía Humana
Paraules clau: Barrio | Intervención comunitaria | Geografías vecinales | Escala urbana | Neighborhood | Community intervention | Neighborhood geographies | Urban scale
Àrees de coneixement: Geografía Humana
Data de creació: 2-de gener-2019
Data de publicació: 2-de gener-2019
Editor: Universidad de Alicante. Grupo Interdisciplinario de Estudios Críticos y de América Latina (GIECRYAL)
Citació bibliogràfica: GeoGraphos. Revista Digital para Estudiantes de Geografía y Ciencias Sociales. 2019, 10(112): 1-22. doi:10.14198/GEOGRA2019.10.112
Resum: En los últimos treinta años los programas de intervención comunitaria en Chile han establecido una total equivalencia entre relaciones vecinales, comunidad y escala barrial. Pese a algunos resultados positivos en la regeneración del vínculo social, el aporte de estas intervenciones en la construcción de una ciudadanía urbana ha sido menor. Los barrios-comunidades no incrementan su poder para incidir en procesos de gobernanza urbana. Lo anterior es producto de una concepción encapsulada de las relaciones vecinales en espacios-lugares limitados, que inhibe la construcción de redes urbanas y de escalamientos territoriales más amplios. Frente a esto se propone la idea de Geografías Vecinales: múltiples espacialidades, escalas y formas de organización que puede adoptar el habitar urbano. Aquí lo vecinal se entiende como un ámbito de posibilidades de acción: capaz de constituir nuevas configuraciones relacionales y creadoras de sus propias geografías. A través de la revisión de dos casos observamos los desafíos y posibilidades que esta aproximación abre a las metodologías de intervención comunitaria, entre ellos, problematizar y desnaturalizar los límites impuestos al habitar urbano, acompañando a las comunidades de vecinos para redibujar sus geografías y, a partir de ello, replantearse sus problemáticas y modalidades de acción. | In the last thirty years, community intervention programs in Chile have established a total equivalence between neighborhood relations, community and neighborhood scale. Despite some positive results in the regeneration of the social link, the contribution of these interventions in the construction of urban citizenship has been less. Neighborhoods-communities do not increase their power to influence urban governance processes. This is the product of an encapsulated conception of neighborhood relations in limited spaces-places, which inhibits the construction of urban networks and broader territorial escalations. Faced with this, the idea of neighborhood geographies is proposed: multiple spatialities, scales and forms of organization that urban living can adopt. Here the neighborhood is understood as a field of possibilities for action: capable of constituting new relational and creative configurations of its own geographies. Through the review of two cases we observe the challenges and possibilities that this approach opens up to community intervention methodologies, including problematizing and denaturing the limits imposed on urban living, accompanying neighborhood communities to redraw their geographies and, starting from this, rethinking their problems and modes of action. | Nos últimos trinta anos, os programas de intervenção comunitária no Chile estabeleceram uma equivalência total entre as relações de bairro, a comunidade e a escala de vizinhança. Apesar de alguns resultados positivos na regeneração do vínculo social, a contribuição dessas intervenções na construção da cidadania urbana tem sido menor. Bairros-comunidades não aumentam seu poder de influenciar os processos de governança urbana. Este é o produto de uma concepção encapsulada de relações de vizinhança em espaços-lugares limitados, o que inibe a construção de redes urbanas e ampliações de escaladas territoriais. Diante disso, propõe-se a ideia de geografias de vizinhança: múltiplas espacialidades, escalas e formas de organização que a vida urbana pode adotar. Aqui o bairro é entendido como um campo de possibilidades de ação: capaz de constituir novas configurações relacionais e criativas de suas próprias geografias. Através da revisão de dois casos, observamos os desafios e possibilidades que esta abordagem abre para as metodologias de intervenção comunitária, incluindo a problematização e desnaturação dos limites impostos à vida urbana, acompanhamento das comunidades de bairro para redesenhar suas geografias e, A partir disso, repensem seus problemas e modos de ação.
URI: https://doi.org/10.14198/GEOGRA2019.10.112 | http://hdl.handle.net/10045/87648
ISSN: 2173-1276
DOI: 10.14198/GEOGRA2019.10.112
Idioma: spa
Tipus: info:eu-repo/semantics/article
Drets: © Copyright Luis Francisco Letelier Troncoso, Stefano Micheletti, Patricia Luisa Boyco Chioino, Víctor Fernández González y Revista GeoGraphos, 2019. Este artículo se distribuye bajo una Licencia Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional.
Revisió científica: si
Versió de l'editor: https://geographos.ua.es/
Apareix a la col·lecció: INV - GIECRYAL - Artículos de Revistas
Revistas - GeoGraphos - 2019, Vol. 10

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